Isolda, a sonhadora
A joaninha Isolda vive feliz, passeando pela amoreira, olhando cada detalhe de tudo. Ela fica imaginando como seria se, todos os dias, cada pessoa parasse por um minuto que fosse e observasse as pequenas coisas que, em conjunto, compõem as grandezas da vida. Fatos, edifícios, bichinhos, pessoas, plantas, pedras, sentimentos alegres e tristes... Ela não entende como as pessoas admiram tanto algo grandioso, ficam tão abobalhadas, mas não têm a sensibilidade de entender que aquela magnitude toda seria impossível existir sozinha, sem um conjunto de miudezas que, muitas vezes, são simplesmente ignoradas. Para Isolda, são essas miudezas que servem como base. São elas que fazem a diferença em um todo.
A joaninha Isolda vive feliz, passeando pela amoreira, olhando cada detalhe de tudo. Ela fica imaginando como seria se, todos os dias, cada pessoa parasse por um minuto que fosse e observasse as pequenas coisas que, em conjunto, compõem as grandezas da vida. Fatos, edifícios, bichinhos, pessoas, plantas, pedras, sentimentos alegres e tristes... Ela não entende como as pessoas admiram tanto algo grandioso, ficam tão abobalhadas, mas não têm a sensibilidade de entender que aquela magnitude toda seria impossível existir sozinha, sem um conjunto de miudezas que, muitas vezes, são simplesmente ignoradas. Para Isolda, são essas miudezas que servem como base. São elas que fazem a diferença em um todo.
Um comentário:
Em tempos como hoje, não há mais a celebração das coisas pequenas.
Bjos!
^^
Postar um comentário