Com jeito...



O céu acordou de mau humor e o Sol resolveu tentar mudar isso, deu o ar da graça, com graça. Foi chegando com calma. Clareou um pouco aqui, um pouco ali. Jogou raiozinhos em várias direções até que o céu, enfim, desistiu de tentar.


O resultado?
.
.


Em resumo:



Tudo isso faz parte.



[uma nota boba: adoro esse filme.]
[outra nota boba: adoro piano.]


Uma visita



Isolda quis que eu a trouxesse aqui para dizer boa noite. Não tive como negar.
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Boa noite a todos. Espero que tenham uma quinta-feira cheia de
grandes pequenas coisas.


O dia chegará ( I )


(...) e ele, finalmente, poderá abraçá-la tão forte, tão forte(!) que ela, naquele momento, não terá mais motivos para não ser feliz. (...)



Uma dúvida:


´´´´´´´´´´´´´´,´´Desenho feio: Jay

Alguém pode me explicar como a mesma pessoa ama alguns animais e come outros? Eu fico pensando isso, porque não entendo como alguns animais merecem viver mais que outros. Somos todos bichinhos, não somos? E o bicho homem? Ele destrói tanta coisa, mata uns aos outros por nada, é egoísta, fútil e materialista. Não sabe dar o devido valor às coisas que o cerca. Ele, então, merece viver menos que nós, não? Eu só estou cuidando da minha vidinha, não mereço morrer (não mais que o bicho homem). O pior é morrer para servir de alimento para um animal assim. Triste a minha história de vida, não acha?


O patinho feio


Eu tento, mas não consigo.
Só não juro, porque minha avó me ensinou que quem jura, mente.
Eu me esforço, mas é inútil.
Eu penso. São apenas pensamentos vagos, ou deveriam ser.
Prefiro acreditar na ilusão que são.
Quem sabe assim, doa menos?
Quem sabe assim, eu consiga?
Não custa tentar. É o que eu acho.

Desenho feio: Jay





Isolda, a sonhadora


A joaninha Isolda vive feliz, passeando pela amoreira, olhando cada detalhe de tudo. Ela fica imaginando como seria se, todos os dias, cada pessoa parasse por um minuto que fosse e observasse as pequenas coisas que, em conjunto, compõem as grandezas da vida. Fatos, edifícios, bichinhos, pessoas, plantas, pedras, sentimentos alegres e tristes... Ela não entende como as pessoas admiram tanto algo grandioso, ficam tão abobalhadas, mas não têm a sensibilidade de entender que aquela magnitude toda seria impossível existir sozinha, sem um conjunto de miudezas que, muitas vezes, são simplesmente ignoradas. Para Isolda, são essas miudezas que servem como base. São elas que fazem a diferença em um todo.



James, o ciumento



Na foto: o cachorro James.

Alguém contou que coloquei aqui uma foto do Jack, seu irmão, e ele, James, também quis. Ciúmes de irmão, eu acho (não contem a ele que eu disse isso, poderia magoá-lo). Ele é o caçula, adora sorrir, nutre um amor impossível por Olívia -outra pequena história que contarei depois, em outro pequeno texto- e adora leite com biscoitos. Fim, é isso, acabou.